Há muito tempo atrás me surge a ideia de fazer um intercâmbio para outro país, mas até então eu não sabia como funcionava. Na hora nem me despertou muito interesse saber porque eu estava muito novo para fazer esse tipo de programa.
Um tempo depois, sem nem lembrar daquela ideia dita anteriormente, minha mãe acha interessante que eu comece a fazer aulas de inglês. Então que assim seja, comecei a frequentar a Wizard em 2005, no primeiro livro do Teens, porque eu não sabia nada em inglês, nem contar até dez. Na Wizard, a gente trocava de livro e de professor todo semestre.
O tempo foi passando e, em 2008, entrou uma professora muito louca, que eu nem lembro o nome, mas ela usou a primeira aula inteira para se apresentar, e nisso ela contou que já havia feito intercâmbio duas vezes, porque o pai dela era diretor do Rotary ou algo do tipo. Ela foi contando a experiência dela de uma forma que eu me apaixonei pela ideia.
Quando cheguei em casa, fui logo pesquisar sobre o Rotary, mas eu teria que fazer uma prova, não poderia escolher o país, além de que a minha família daqui teria que hospedar um estudante também. Então deixei essa ideia pra lá.
Em 2009, passei na prova da ETEC e comecei a estudar lá. Conheci muitas pessoas novas, inclusive duas em especial que me deram uma luz para que o meu intercâmbio acontecesse.
A Marcela, foi pros Estados Unidos em agosto/2010, fazer High School de 6 meses, e com isso ela me deu muitas informações de como esse processo funcionava. E o Matheus, que também vai fazer High School agora em agosto/2011, que me deu os primeiros passos que eu tinha que seguir.
Bom, em agosto do ano passado eu falei com a minha mãe que a Marcela havia embarcado naquele mês e que o Matheus também ia fazer intercâmbio, e ela achou uma boa eu fazer também.
Entrei em vários sites de todas as agências para fazer o orçamento do programa de High School de 1 ano, e enquanto elas iam me respondendo eu ia mostrando pra minha mãe, mas ela tinha achado que 1 ano era muito tempo, mas eu consegui convencê-la, porque a diferença de preço era muito pequena.
Indicaram pra minha mãe uma agência, não muito conhecida, a Connection Line, mas ela ligou lá e conversou com a moça, e esta explicou tudo para ela, acabou que minha mãe havia gostado muito do atendimento e marcamos um sábado para ir lá.
Fomos nesta agência e eu também fiquei muito satisfeito com o atendimento, e a moça falou que antes de fazer a matrícula no programa eu teria me submeter a uma prova de inglês (o famoso SLEP Test).
O SLEP Test é fácil, mas demorado e cansativo. Metade Listening e metade Reading com 150 questões no total. Fiz a prova e quando estava no final, depois de 2h de prova, eu não conseguia mais raciocinar direito e comecei a chutar tudo. Mas ao todo achei que tinha ido bem.
Uns dias depois a Vera, a moça da agência, me mandou um e-mail dizendo que tinha ido muito bem, acertei 119 das 150 e obtive um score de 54 pontos, sendo a pontuação mínima 42.
E foi assim que então fiz a matrícula no Programa de Public High School nos EUA de 1 ano letivo.







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